O empresário Tiago Schettini, citado pela Polícia Federal como sócio oculto do chamado “Careca do INSS”, encontra-se nos Estados Unidos mesmo com prisão preventiva decretada desde dezembro de 2024. Segundo a investigação, ele teria recebido R$ 6,1 milhões, incluindo R$ 1,1 milhão repassado em março de 2024 por entidade ligada ao setor. A PF sustenta que atuava nos bastidores de organizações e mantinha participação informal em empresa de call center apontada como instrumento de movimentações suspeitas.
Em novembro de 2025, deixou de comparecer à CPMI amparado por habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal. A defesa apresentou pedido de revogação da preventiva ao ministro André Mendonça, ainda pendente de análise. O caso foi revelado pelo Metrópoles e também menciona apurações envolvendo contratos no DNIT.