Reportagem do portal Metrópoles aponta que uma empresa ligada à família de Jaques Wagner, atual líder do governo no Senado, manteve relação contratual com o Banco Master. O negócio envolvia a empresa de Bonnie de Bonilha, nora do senador, que atuava na prospecção de crédito consignado com exclusividade. O caso ganha atenção pelo momento: em janeiro de 2026, quando o escândalo veio à tona, a empresa mudou nome, atividade e composição societária.
Segundo as informações, a antiga “Vamos Florir Comércio de Flores” passou a se chamar BN Representações, com alteração completa de estrutura. O sócio Moisés Dantas confirmou a sociedade e o vínculo com o banco. Wagner afirmou não ter მონაწილეობado de qualquer negociação. Ainda assim, o episódio ocorre enquanto o senador atua diretamente na articulação política contra a instalação de uma comissão de investigação no Senado.
O caso se soma a outras revelações envolvendo o Banco Master e amplia a pressão sobre autoridades e instituições. Entre citações recorrentes, aparecem nomes como Valdemar Costa Neto e ACM Neto, além de menções a contratos e movimentações que atingem diferentes esferas. O avanço das apurações indica um cenário mais abrangente do que inicialmente se imaginava, com potenciais desdobramentos no ambiente político nacional.