Carlos Bolsonaro reagiu à decisão de Alexandre de Moraes de negar prisão domiciliar para o ex-presidente, nesta primeira semana de 2026. Em publicação no X, afirmou que o ministro negou o pedido "mesmo diante de todas as condições de saúde expostas nos últimos dias e precedentes apresentados pelos advogados."
O ex-vereador reforçou: "Qualquer pessoa de bom senso sabe qual é a missão dada, que precisa ser cumprida." Bolsonaro passou por cinco intervenções médicas desde a véspera de Natal, incluindo cirurgia de hérnia inguinal bilateral, três bloqueios do nervo frênico para conter crises de soluço e uma endoscopia digestiva alta.
Apesar do histórico médico, Moraes considerou que houve "melhora clínica" e determinou que o ex-presidente volte à cela da Superintendência da PF. O precedente existe: Fernando Collor conseguiu prisão domiciliar humanitária, mas Bolsonaro teve negada a medida pela terceira vez. O episódio reforça o debate sobre tratamento diferenciado entre ex-presidentes.