Segundo a colunista Christina Lemos, do R7, o controlador do Banco Master estaria negociando um acordo de delação premiada com a PGR. Entre as exigências, uma das mais explosivas: imunidade total para si e para familiares. A pergunta que ecoa nos bastidores é simples o que ele sabe que vale tanto?
O rombo do Master já ultrapassa R$ 41 bilhões, configurando o maior escândalo bancário da história do país. O nome de Vorcaro tornou-se tóxico na capital federal. Ninguém quer proximidade. Qualquer vínculo gera desgaste imediato e levanta suspeitas.
Os rumores ganharam força após a saída do advogado Walfrido Warde, crítico da delação, que deixou a defesa no auge das notícias envolvendo relações com o ministro Toffoli. Relatos apontam que Vorcaro mantinha uma rede de “favores e gentilezas” com agentes públicos. Pagamentos milionários a escritórios ligados a figuras centrais do poder, contratos suspeitos e negócios envolvendo familiares de ministros passaram a ser vistos como peças de um mesmo tabuleiro. Se a delação avançar, a queda pode ser em cascata.