Lewandowski deixou o governo em 10 de janeiro, alegando “motivos pessoais” e o desejo de se dedicar a projetos acadêmicos e profissionais. Nos bastidores do Planalto, porém, a avaliação foi outra. De acordo com fontes ouvidas pela emissora, sua permanência se tornaria insustentável quando o caso viesse à tona, o que obrigaria o presidente a promovê-lo à demissão para conter o desgaste político.
O escritório, comandado pela esposa Yara e pelo filho Enrique Lewandowski, manteve contrato ativo com o Banco Master mesmo após Lewandowski assumir o ministério, em janeiro de 2024 vínculo que passou a ser visto como potencial foco de conflito e constrangimento institucional.