A Comissão de Valores Mobiliários instaurou 314 processos relacionados ao ecossistema do Banco Master entre 2017 e 2025, segundo revelação do Metrópoles. Desses, 14 avançaram para fase sancionadora, com acusações formais envolvendo práticas como manipulação de mercado, operações simuladas, emissão irregular de títulos e uso de informação privilegiada.
Entre os nomes citados está Benjamim Botelho de Almeida, mencionado em investigações como possível operador financeiro ligado a Daniel Vorcaro. O Grupo Reag também aparece com frequência recente, inclusive em casos que envolvem ausência de demonstrações financeiras e balanços obrigatórios.
A própria CVM reconheceu, em 2026, que os sinais de risco foram identificados por diferentes áreas ao longo dos anos, mas sem consolidação efetiva das informações. O histórico revela um acúmulo de alertas e processos que acompanharam o crescimento do grupo, ampliando a atenção sobre a atuação das instituições de controle no período.