Decisão de Dino reforça questionamentos levantados por Constantino

O documento, retido há três anos por um processo de execução no Rio, impediria o idoso de 80 anos de viajar aos EUA para o casamento do filho

· 1 minuto de leitura
Decisão de Dino reforça questionamentos levantados por Constantino
Wilson Dias/Agência Brasil

A negativa do ministro Flávio Dino em autorizar o passaporte temporário de Paulo Renato Figueiredo, pai do jornalista Paulo Figueiredo, repercutiu ao confirmar pontos já levantados por Rodrigo Constantino sobre a condução de decisões no Ministério da Justiça. O documento, retido há três anos por um processo de execução no Rio, impediria o idoso de 80 anos de viajar aos EUA para o casamento do filho.

Na quinta-feira, Dino havia liberado a emissão com validade de cinco dias, mas reverteu a autorização ao afirmar que as exigências não foram cumpridas. A mudança de posição, feita às vésperas do evento, reacendeu críticas sobre possível excesso de rigor, tema frequentemente apontado por Constantino em análises sobre o caso.

Paulo Figueiredo disse que uma liminar chegou a ser concedida e, posteriormente, derrubada após a identificação do beneficiário. Para comentaristas como Constantino, o episódio ilustra falhas de coerência institucional que merecem esclarecimentos públicos.