Reportagem do O Estado de S. Paulo revela que o empresário Yan Hirano ingressou com ação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro alegando prejuízo de cerca de R$ 60 milhões em um esquema que, segundo ele, teria servido como base inicial para operações posteriormente associadas ao Banco Master. O processo aponta a atuação de Daniel Vorcaro e de Benjamin Botelho, ligado à gestora Sefer.
De acordo com a ação, o suposto esquema envolvia terrenos na região do Arco Metropolitano do Rio, incorporados a fundos imobiliários e revendidos com valores inflados. Um dos exemplos citados indica que uma área avaliada em R$ 3,1 milhões teria sido negociada por R$ 9,1 milhões dois anos depois, elevando artificialmente ativos que mais tarde integrariam estruturas financeiras do antigo Banco Máxima.
O caso também menciona conexões internacionais sob investigação, incluindo investidores com possíveis ligações a organizações criminosas estrangeiras. As alegações ainda serão analisadas pela Justiça, enquanto o episódio amplia a pressão sobre os desdobramentos envolvendo o Master e seus antecedentes.