Enquanto Brasil de Lula afunda, Argentina de Milei recupera confiança

Com cortes de gastos e responsabilidade fiscal, a Argentina volta a atrair investidores; o Brasil, com déficits e manobras contábeis, afasta confiança internacional

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Enquanto Brasil de Lula afunda, Argentina de Milei recupera confiança
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Os números não mentem: quem controla gastos e prioriza a responsabilidade fiscal reconquista a confiança do mercado. Javier Milei alcançou um feito histórico. O risco-país da Argentina caiu para menos de 500 pontos, o menor nível desde 2017. Quando assumiu, o índice estava 1.400 pontos acima. O Banco Central argentino comprou US$ 1 bilhão só em janeiro, elevando as reservas internacionais a US$ 45,7 bilhões. A Bolsa de Buenos Aires comemorou com alta de 2,7%.

Enquanto isso, o Brasil segue em trajetória oposta. Lula aumenta gastos, expande a máquina estatal, cria déficit e usa manobras contábeis para esconder o rombo fiscal. Órgãos técnicos alertam para risco de colapso das contas públicas, afastando investidores e gerando desconfiança internacional.

A diferença entre os dois países não é geográfica, é de mentalidade: um governa com planejamento e responsabilidade; o outro governa com ideologia e improviso. A Argentina volta ao radar dos investidores, enquanto o Brasil perde espaço e credibilidade.