No Fórum Econômico da América Latina e Caribe, em Cidade do Panamá, Lula subiu ao palco para criticar o que chamou de “intervenções militares ilegais” dos Estados Unidos, referindo-se à captura de Nicolás Maduro. Sem citar Trump diretamente, afirmou que a região não demonstrou “solidariedade” ao ex-ditador venezuelano, ignorando os milhões de venezuelanos que sofreram sob seu regime.
O presidente brasileiro também criticou redes sociais, mencionando “manipulação de dados e informações”, discurso que precede medidas de censura. Enquanto Lula fala em fóruns sobre cooperação, Trump age: os EUA capturaram Maduro, reorganizam a Venezuela e redesenham a geopolítica latino-americana.
O Brasil, isolado, aparece do lado errado, com um presidente que prefere defender ditadores a liderar. A postura evidencia o alinhamento ideológico do governo, em contraste com a ação firme de Washington na região.