O Estadão publicou editorial contundente sobre o caso Banco Master, afirmando que a condução de Dias Toffoli é "ilegal e personalista" e que o ministro "não se sente limitado nem pela própria Constituição". Segundo o jornal, "no caso Master não há rigorosamente nada que justifique uma heterodoxia que não raro desborda para a ilegalidade".
O editorial alerta para a corrosão interna da ordem jurídica pelo próprio STF e cobra do presidente Fachin uma manifestação em defesa da Corte, lembrando que "o silêncio já se aproxima perigosamente da fronteira entre a prudência e a omissão".
A conclusão é clara: "Em uma República digna do nome, não há poderes ilimitados e nenhuma autoridade está acima da lei ou imune a controle". Para o Estadão, quando a grande imprensa, historicamente cautelosa, publica algo assim, é sinal de que a situação ultrapassou todos os limites.