O caso envolvendo o Banco Master e o portal Metrópoles ganha contornos ainda mais delicados após revelação de repasses que somam R$ 27,2 milhões. Segundo apuração, os valores foram considerados “inusitados” e incompatíveis com o faturamento do veículo. A justificativa oficial — patrocínio da Série D — não se sustenta diante da cronologia: pagamentos iniciados meses antes da competição e exposição da marca apenas muito depois.
O relatório também destaca movimentações imediatas dos recursos para empresas ligadas à família do ex-senador Luiz Estevão, classificadas como possível benefício a terceiros. Em um único mês, R$ 5,7 milhões foram transferidos, justamente no período em que o banco enfrentava negociações sensíveis no mercado.
Nos bastidores, especialistas afirmam que a Série D historicamente não movimenta cifras dessa magnitude, reforçando a inconsistência entre os valores envolvidos e a justificativa apresentada.