Farra do INSS financiou esquema ligado ao PCC

R$ 33 milhões em seis meses teriam sido direcionados a posto suspeito de lavar dinheiro

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Farra do INSS financiou esquema ligado ao PCC
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O que começou com descontos indevidos em aposentadorias pode ter terminado no caixa do crime organizado. Segundo o portal Metrópoles, um empresário investigado repassou R$ 33,1 milhões, em apenas seis meses, ao Posto Diamante 07, em Teresina (PI), apontado como suspeito de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).

O estabelecimento foi alvo da Operação Carbono Oculto 86 e está fechado desde novembro de 2025. Os recursos teriam saído da empresa Solução Serv e Tecnologia, ligada a Natjo de Lima Pinheiro, ex-dirigente da CAAP, entidade acusada de descontos irregulares em benefícios.

A CPMI do INSS pediu a quebra de sigilo da empresa em 20 de fevereiro, mas o requerimento ainda não foi apreciado. O caso levanta questionamentos sobre a fiscalização e o alcance do esquema.