Feminicídios e violência homofóbica disparam sob o governo Lula

Números oficiais desmentem o discurso e expõem a distância entre propaganda e realidade

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Feminicídios e violência homofóbica disparam sob o governo Lula
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O governo que mais vocaliza “proteção às mulheres” e “direitos LGBTQIA+” segue falhando justamente onde mais importa: na entrega de resultados concretos. Dados do próprio Ministério da Justiça mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o Brasil registrou mais de 2.700 tentativas de feminicídio — um salto de 26% em comparação com o mesmo período de 2024.

No primeiro semestre, a soma de feminicídios consumados e tentados chegou a 2.978 casos, alta de 17,85%. Paralelamente, o país voltou a ocupar posição de destaque negativo no ranking mundial de mortes motivadas por homofobia, revelando a gravidade do cenário.

Enquanto os números avançam, a atuação do Ministério da Justiça parece concentrada em narrativas e campanhas digitais. Há críticas, inclusive, sobre a falta de divulgação da legislação que pune o feminicídio, o que levanta suspeitas de subnotificação e omissão deliberada. O contraste é evidente: muito discurso, pouca ação. Mulheres e homossexuais seguem morrendo, enquanto o governo insiste em vender uma imagem que os dados oficiais já desmentiram.