O FMI revisou para baixo a projeção de crescimento do Brasil em 2026, de 1,9% para 1,6%. É uma desaceleração significativa: em 2025, o PIB avançou 2,5%, quase o dobro do ritmo esperado para o próximo ano.
O país fica atrás da América Latina (2,2%), dos emergentes (4,2%) e da média mundial (3,3%), mostrando desempenho constrangedor diante do cenário internacional. Entre os fatores citados estão as tensões comerciais com os EUA e a desaceleração global, que eleva custos e atrasa cadeias produtivas.
A previsão é de retomada apenas em 2027, com crescimento de 2,3%. Enquanto o mundo discute estratégias econômicas em Davos, o governo brasileiro enviou apenas a ministra Esther Dweck, deixando o país atrás no ritmo global. O Brasil corre a 1,6% e o governo insiste que está tudo sob controle.