O gabinete do ministro Dias Toffoli respondeu nesta quarta-feira (11) ao pedido da Polícia Federal para que ele fosse declarado suspeito na relatoria do caso envolvendo o Banco Master.
A manifestação sustenta que a solicitação se apoia em “ilações” e argumenta que a PF não possui legitimidade processual para formular o pedido, com base no artigo 145 do Código de Processo Civil. Toffoli informou que apresentará resposta formal ao presidente do STF, Edson Fachin.
A Polícia Federal apontou menções ao ministro em dados extraídos do celular do empresário Daniel Vorcaro. A defesa do magistrado concentrou-se na questão processual, sem entrar no mérito das citações.
O episódio adiciona novo capítulo à investigação que apura operações financeiras sob suspeita. A permanência de Toffoli na relatoria mantém o debate jurídico e institucional em evidência, especialmente diante da repercussão pública do caso.