Coluna do jornalista Lauro Jardim, publicada no jornal O Globo, aponta que o governo da Bahia, comandado por Jerônimo Rodrigues, realizou 207 pagamentos ao Banco Master entre 2023 e fevereiro de 2026. As operações envolveram cerca de R$ 49,2 milhões relacionados a precatórios do Fundef — valores destinados a professores da rede pública.
Segundo a publicação, apenas em 2024 teriam sido antecipados aproximadamente R$ 47,4 milhões, período em que o banco já estava sob investigação da Polícia Federal. O caso ganhou repercussão por envolver contratos financeiros que permitiam ao estado antecipar valores devidos aos beneficiários.
A reportagem também menciona conexões políticas em torno do ex-CEO da instituição, Augusto Lima, apontado como figura influente na Bahia. No cenário político local, nomes como ACM Neto e Rui Costa aparecem citados em contratos ou decisões administrativas ligadas a projetos envolvendo o banco, ampliando o debate sobre a extensão das relações institucionais mantidas com a instituição financeira.