Aliados de Lula avaliam o maior escândalo bancário da história sob o prisma eleitoral, garantindo que “não vai prejudicar a reeleição” porque “não é Pix nem INSS”. Enquanto isso, investigações envolvendo Lulinha são consideradas mais sensíveis para a campanha. A preocupação não é com o dinheiro público, mas com a percepção do eleitor.
A tentativa de culpar o Centrão e a oposição não muda os fatos: quem inaugurou a fábrica de Vorcaro, recebeu o banqueiro no Planalto e indicou ministro ligado ao banco? O presidente. R$ 41 bilhões de rombo, três ex-ministros do STF envolvidos, e ainda assim a prioridade é política, não ética.