A escritora J.K. Rowling voltou ao centro do debate político no Reino Unido ao defender publicamente a remoção de Keir Starmer do cargo de primeiro-ministro. Em manifestações recentes, a autora acusou o líder trabalhista de não proteger mulheres e meninas britânicas, apontando uma série de decisões que, segundo ela, revelam omissão diante de temas sensíveis ligados à segurança e à integridade feminina.
Entre os pontos citados por Rowling estão a manutenção de figuras próximas a escândalos envolvendo abuso sexual, a mudança de postura do governo em investigações sobre gangues de aliciamento em cidades como Rotherham e a adesão a políticas que, na avaliação da escritora, fragilizam espaços exclusivos para mulheres. Para ela, essas escolhas formam um conjunto coerente de prioridades que colocam a ideologia acima da proteção efetiva das vítimas.
Conhecida por sua posição firme na defesa da realidade biológica do sexo, Rowling tem sido alvo constante de críticas e tentativas de silenciamento, mas segue vocalizando suas posições. Ao pedir a saída de Starmer, a autora afirma cobrar do chefe de governo aquilo que considera essencial em qualquer liderança: clareza moral e disposição para proteger mulheres e crianças, mesmo diante de pressões políticas e culturais.