Reportagem da Folha de S.Paulo aponta que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, teria atuado como consultor do Grupo Fictor, alvo da Operação Fallax da Polícia Federal do Brasil. A empresa é investigada por fraudes que ultrapassam R$ 500 milhões e possíveis conexões com o Comando Vermelho.
Segundo fontes citadas, a função atribuída a Lulinha seria aproximar o grupo de instâncias do governo federal. O nome de Luiz Rubini, ex-sócio da empresa, também aparece no contexto, após ter sido alvo de buscas e posteriormente indicado para conselho vinculado ao governo.
A defesa de Lulinha nega vínculo profissional com a empresa e qualquer atuação institucional. Ainda assim, a coincidência entre relatos, investigações em curso e nomes envolvidos intensifica questionamentos e mantém o caso sob atenção, com potencial de novos desdobramentos.