Em meio a um déficit de R$ 60,6 bilhões e dívida pública acima de R$ 10 trilhões, o governo federal publicou decretos desapropriando sete propriedades rurais em cinco estados: São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. São mais de 5,9 mil hectares destinados à reforma agrária, com custo estimado em R$ 2,7 bilhões entre indenizações e valor das terras.
A deputada Rosângela Moro (União-SP) criticou a medida: "O governo usa a estrutura do Estado para atender aliados políticos e movimentos ideológicos, como o MST. Reforma agrária não pode ser instrumento de barganha política." Os decretos seguem para análise do Incra, que definirá indenizações, divisão em lotes e cessão de uso aos assentados.
A ação ocorre em ano pré-eleitoral, reforçando a percepção de que o governo busca agradar sua base de apoio social e político, mesmo diante de números fiscais preocupantes. Especialistas alertam que gastarmj y