A mediana das estimativas de agentes financeiros para o déficit primário de 2026 subiu de R$ 72,1 bilhões em dezembro para R$ 72,4 bilhões, de acordo com o relatório Prisma Fiscal, divulgado pelo Ministério da Fazenda. A meta oficial do governo é de superavit primário de R$ 34 bilhões, equivalente a 0,25% do PIB.
O déficit nominal, que inclui gastos com juros da dívida, foi revisado de R$ 1,09 trilhão para R$ 1,04 trilhão em 2026. Para 2027, a projeção do déficit primário caiu de R$ 54,9 bilhões para R$ 52 bilhões, enquanto o rombo nominal subiu de R$ 972,5 bilhões para R$ 981,5 bilhões.
A dívida pública do Governo Geral (DBGG) deve atingir 87% do PIB em 2027, mantendo tendência de alta. Em novembro, a mesma estimativa era de 79% do PIB, mostrando crescimento contínuo do endividamento.