A Argentina fechou 2025 com inflação de 31,5%, a menor desde 2017, após atingir 211% em 2023. Em dezembro, o índice foi de apenas 2,8%, segundo o INDEC. Javier Milei herdou uma economia em colapso e adotou medidas radicais: cortes de gastos públicos, eliminação de ministérios, fim da emissão monetária desenfreada e disciplina fiscal rigorosa.
O impacto foi imediato: a inflação caiu de 211% para 31,5% em dois anos, mostrando que políticas liberais podem controlar a desvalorização da moeda e restaurar confiança no mercado. Milei reforça: “A inflação é sempre e em todo lugar um fenômeno monetário”.
O exemplo argentino contrasta com países vizinhos, onde gastos excessivos e pressão sobre bancos centrais mantêm a instabilidade. A trajetória de Milei demonstra que é possível reverter décadas de populismo quando há coragem política e responsabilidade fiscal.