Renan Filho, ministro dos Transportes, manteve no cargo de diretor de Finanças do Dnit Marcos de Brito Campos Júnior, mesmo após ele ser alvo da Operação Sem Desconto e ser monitorado por tornozeleira eletrônica. A Justiça determinou afastamento cautelar, mas ele segue à frente do orçamento de R$ 11 bilhões do órgão.
A investigação aponta que Marcos ajudou o Careca do INSS quando era superintendente no Nordeste, com passagens pagas por empresa de fachada e R$ 20 mil recebidos por “serviços prestados”. A PF pediu prisão preventiva, negada por André Mendonça, que alegou ausência de contato do servidor com investigados desde 2023.
Mesmo com tornozeleira, Marcos continua recebendo R$ 23 mil mensais e gerenciando bilhões do Dnit, mostrando a fragilidade do controle sobre servidores acusados de corrupção.