Segundo o jornalista Lauro Jardim, do O Globo, ministros do Supremo Tribunal Federal estariam atuando para retirar da pauta da CPI do Crime Organizado a votação sobre a quebra de sigilo fiscal da Maridt, empresa ligada ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos.
O requerimento foi apresentado em 14 de fevereiro pelo senador Alessandro Vieira e estava previsto para ser analisado nesta terça-feira (25). A empresa teve participação societária no resort Tayayá, vendido em 2025, e mantinha como sócio o pastor Fabiano Zettel.
A proposta buscava esclarecer a natureza das atividades da empresa e a eventual existência de repasses financeiros de escritórios com atuação em tribunais superiores. Até o momento, não houve deliberação final sobre o pedido.