A captura de Nicolás Maduro não foi improviso. Segundo o New York Times, a CIA mantinha um informante infiltrado dentro do próprio governo venezuelano e monitorava com precisão os deslocamentos do ditador nos momentos decisivos que antecederam a operação.
De acordo com a reportagem, agentes da agência atuavam clandestinamente na Venezuela desde agosto de 2025, mapeando o chamado “padrão de vida” de Maduro — rotina, hábitos e trajetos. Drones realizaram vigilância quase contínua, garantindo localização precisa e em tempo real.
Ex-autoridades ouvidas pelo jornal afirmam que a recompensa de US$ 50 milhões pode ter sido determinante para o recrutamento do informante. Trump autorizou operações mais ofensivas no fim de 2025 e aprovou o plano específico em novembro. Em dezembro, um drone da CIA já havia atingido um píer usado para o embarque de drogas.
Segundo uma fonte de alto escalão, Maduro esteve “precisamente localizado” desde o início. A captura, em si, durou apenas 47 segundos.