A colunista Malu Gaspar revelou que a PGR, sob comando de Paulo Gonet, emitiu parecer sigiloso contra a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva. O argumento era de que não havia elementos suficientes, limitando-se a apontar sua relação com Roberta Luchsinger. A manifestação, no entanto, omitiu informações já levantadas pela Polícia Federal.
Entre os dados ignorados estariam movimentações de cerca de R$ 1,5 milhão ligadas ao empresário conhecido como Careca, além de relatos de repasses mensais. Mesmo diante do posicionamento da PGR, o ministro André Mendonça decidiu autorizar a quebra de sigilo em janeiro, permitindo o avanço das investigações.
O caso ganhou novas dimensões com a ligação de Lulinha a diferentes frentes investigativas, incluindo suspeitas envolvendo o INSS e conexões empresariais sob apuração. O episódio levanta questionamentos sobre a atuação da PGR e reforça o peso das decisões judiciais na condução de investigações sensíveis no país.