Pesquisadora da UFRJ avança em terapia experimental para lesões medulares

Estudo com proteína derivada de placenta apresenta resultados promissores

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Pesquisadora da UFRJ avança em terapia experimental para lesões medulares
Julia Koblitz/ Unsplash

A cientista Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, desenvolve há quase três décadas pesquisas com uma proteína chamada polilaminina, derivada de placentas humanas. Segundo relatos divulgados pelo Jornal do Vale, seis pacientes com lesões medulares graves apresentaram recuperação parcial de movimentos após aplicação experimental da substância.

De acordo com a equipe, a proteína atua estimulando a reconexão de circuitos nervosos na medula espinhal. O procedimento é realizado nas primeiras horas após o trauma e combinado com fisioterapia intensiva. O tratamento ainda está em fase experimental e possui autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para ampliação dos testes clínicos.

Especialistas destacam que, embora promissores, os resultados exigem validação em estudos maiores antes de eventual adoção ampla na prática médica.