A Procuradoria-Geral da República acatou a solicitação da senadora Damares Alves, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, para vistoriar a cela de Jair Bolsonaro na Superintendência da PF em Brasília, verificando se seus direitos fundamentais estão sendo respeitados.
Foram autorizados acompanhamento religioso com o bispo Robson Rodovalho e o pastor Thiago Manzoni, além da remição de pena por leitura, conforme previsto na Lei de Execução Penal. O único pedido negado foi a instalação de Smart TV, sob justificativa de risco de comunicação externa via internet; a PGR sugeriu TV a cabo sem interatividade, com custos arcados pelo ex-presidente.
O caso chama atenção para a discrepância nas regras: enquanto Bolsonaro teve o pedido de TV negado, o governo distribuiu 40 Smart TVs em outros presídios federais para atividades culturais, evidenciando critérios distintos de tratamento.