Juliana Santiago, de 41 anos, professora de direito penal e escrivã da Polícia Civil, foi morta a facadas na última sexta-feira pelo próprio aluno, João Júnior, dentro da Faculdade Metropolitana, em Porto Velho. O ataque ocorreu durante uma aula, transformando o ambiente de ensino em cena de crime.
A Polícia Civil investiga o caso, com atuação do Ministério Público, enquanto a instituição decretou três dias de luto acadêmico. Juliana dedicava sua vida ao ensino e à Justiça, e sua morte choca pela violência absurda cometida por quem deveria aprender a respeitar a lei.
O episódio reforça a vulnerabilidade de professores, que já lidam com baixos salários e descaso institucional, e a necessidade urgente de medidas de proteção. Que a memória de Juliana inspire Justiça e ação concreta, e não se perca nas estatísticas.