“Por mim o Vorcaro estava preso, quanto mais vir depor à CPMI.” A declaração é do deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da comissão, ao comentar o habeas corpus concedido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que tornou facultativa a presença do banqueiro Daniel Vorcaro.
Gaspar também acusou governistas de barrar convocações de presidentes de instituições como Banco C6, Banco Santander Brasil, Crefisa e PicPay. Ele rejeitou qualquer “depoimento marmita”, afirmando que o local adequado é a CPMI.
O presidente da comissão, Carlos Viana, anunciou recurso contra a decisão. O embate amplia a tensão entre Parlamento e Judiciário no caso.