O quadro clínico do ex-presidente Jair Bolsonaro passou a integrar oficialmente a análise do ministro Alexandre de Moraes. A equipe médica encaminhou relatório detalhado ao Supremo Tribunal Federal, indicando que Bolsonaro apresentou injúria renal aguda durante internação e necessitou de múltiplas classes de antibióticos. Atualmente, encontra-se consciente, estável e sem suporte respiratório, mas ainda sob monitoramento.
A movimentação jurídica ganhou força com articulações políticas e pessoais. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro atuaram diretamente junto ao ministro, enquanto o governador Tarcísio de Freitas também buscou diálogo institucional.
Nos bastidores, o ministro Gilmar Mendes é citado como favorável à medida humanitária. A decisão, agora, concentra atenções não apenas pelo aspecto jurídico, mas pelo impacto político que poderá gerar diante do cenário atual.