Segurança seletiva: Restrições para uns, privilégios para outros

Enquanto o cidadão é desarmado, políticos garantem proteção com armamento de ponta

· 1 minuto de leitura
Segurança seletiva: Restrições para uns, privilégios para outros

Enquanto cidadãos comuns enfrentam uma série de restrições para adquirir armas e munições, deputados e senadores seguem blindados por uma segurança armada sem limitações. A incoerência é evidente: enquanto políticos insistem que armas não são para defesa pessoal, garantem a própria proteção com calibres sem restrição e treinamentos exclusivos.

Bene Barbosa expôs essa contradição ao lembrar que os agentes responsáveis pela segurança parlamentar possuem armamento de ponta, enquanto o cidadão segue com regras cada vez mais severas. "Ah, mas é um policial legislativo, ele foi treinado para utilizar armas", ironizou, desmontando o argumento de que apenas forças estatais deveriam portar armamento.

No Brasil, onde a hipocrisia política se mantém firme, a narrativa oficial prega desarmamento para o povo, mas proteção reforçada para quem dita as regras. Afinal, a segurança de uns vale mais do que a dos outros?