Thaís Oyama questiona ausência de investigação e aponta concentração de poder na PGR

Colunista analisa estrutura institucional e levanta debate sobre limites de apuração envolvendo ministros

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Thaís Oyama questiona ausência de investigação e aponta concentração de poder na PGR
© Valter Campanato/Agência Brasil

A jornalista Thaís Oyama, em coluna no O Globo, questiona por que o ministro Alexandre de Moraes não é alvo de investigação formal no contexto do caso envolvendo Daniel Vorcaro. Segundo a análise, a decisão de abrir ou não apurações sobre membros do Supremo está concentrada na figura do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

A colunista destaca que, embora a Polícia Federal possa sugerir investigações, a palavra final cabe à PGR. Além disso, eventuais processos seriam analisados pelo próprio Supremo Tribunal Federal, o que, segundo ela, gera questionamentos sobre imparcialidade e limites institucionais.

O texto também menciona elementos já divulgados, como voos, mensagens e contratos ligados ao caso, ressaltando que não houve até o momento abertura de investigação formal. Para Oyama, o tema tende a ganhar peso no cenário político, especialmente diante das eleições e do debate público sobre o papel e os mecanismos de controle das instituições.