O presidente Donald Trump deu um passo estratégico e certeiro ao assinar a ordem executiva que aplica tarifas a países que insistem em abastecer Cuba com petróleo. Enquanto governos hesitam, Trump mostra que política externa forte e clara não é retórica vazia: é instrumento de mudança real. A medida forçou o México a rever seu apoio logístico e, com a Venezuela enfraquecida após a captura de Maduro, o regime cubano ficou mais isolado do que em décadas.
Na Air Force One, Trump foi direto e firme: “Não há motivo para haver uma crise humanitária. Acredito que eles vão querer fazer um acordo. E Cuba voltará a ser livre.” Esta não é apenas diplomacia é uma estratégia pragmática que visa cortar recursos, expor as falhas econômicas dos tiranos e abrir caminho para negociar a liberdade real de um povo que há 65 anos vive sob a mesma opressão.
Enquanto o regime de Havana tenta desacreditar as tarifas com acusações vazias, a verdade é clara: o mundo está vendo que firmeza e princípios conduzem à mudança. A pressão econômica combinada com a solidariedade internacional pode, sim, provocar fissuras profundas no poder castrista. Trump não apenas está jogando pesado ele está jogando certo.