Na madrugada de sexta-feira, Xi Jinping conversou com Lula e sugeriu que o Brasil recuse o Conselho da Paz proposto por Trump. O líder chinês afirmou que a "conjuntura internacional é turbulenta e instável" e que Brasil e China devem "escolher o lado certo da história" e "defender a posição central das Nações Unidas".
Lula afirmou concordar e destacou que o Brasil está "disposto a trabalhar com a China para fortalecer a ONU", aprofundar relações bilaterais e "salvaguardar a autoridade das Nações Unidas".
Especialistas observam o contraste: enquanto Trump convidou o Brasil para discutir ações concretas de paz no Oriente Médio, a China propõe manter o status quo da ONU, criticada há décadas por sua ineficiência. O episódio evidencia a influência chinesa nas decisões de política externa do governo brasileiro.