A Meta, gigante liderada por Mark Zuckerberg, anunciou o fim de seu programa de diversidade e inclusão, anteriormente voltado à priorização de minorias em contratações e parcerias. A justificativa oficial destaca o novo contexto legal e político dos Estados Unidos. Em paralelo, a empresa desativou seu sistema de verificação de fatos e relaxou regras de moderação no Facebook e Instagram. Segundo Zuckerberg, as restrições de conteúdo “foram longe demais”, e é hora de “restaurar a liberdade de expressão”.
As mudanças não passaram despercebidas no Brasil. O advogado-geral da União, Jorge Messias, anunciou que o governo questionará a Meta sobre as novas diretrizes. Messias criticou o movimento, chamando a empresa de “biruta de aeroporto”. No entanto, o gesto de Zuckerberg reflete uma posição firme contra o cerceamento de opiniões, reforçando o compromisso com valores democráticos e a rejeição de políticas autoritárias.
A reestruturação na Meta, que inclui a transferência de Maxine Williams, reforça o fim de uma agenda de controle ideológico nas empresas. As decisões indicam que o vento da liberdade voltou a soprar, marcando uma vitória para quem defende o debate plural e descompromissado com amarras ideológicas.