Rodrigo Constantino afirmou que não há espaço para negociação com o Hamas, grupo que, segundo ele, “já demonstrou toda a sua barbárie e selvageria no 7 de outubro”.
O comentarista lembrou que o povo palestino em Gaza vive sob intensa radicalização, marcada por doutrinação desde cedo e ausência de eleições desde 2008, quando o Hamas chegou ao poder.
Constantino comparou a situação à das favelas dominadas pelo tráfico, onde parte da população acaba submetida a uma falsa política social. Para ele, toda morte em Gaza é responsabilidade do Hamas, que usa inocentes como escudo enquanto promove atentados contra civis israelenses.
“É impossível manter diálogo com quem prefere te matar a te dar razão”, destacou, apoiando a posição de Netanyahu. O comentarista ainda criticou o discurso internacional que, segundo ele, demoniza Israel e ignora a raiz terrorista do conflito.
Transcrição do vídeo:
Uma coisa é certa, não dá para negociar, não dá para manter nenhuma diplomacia com um grupo terrorista como o Hamas, que já demonstrou toda a sua barbárie no 7 de outubro. É preciso lembrar que o povo palestino na faixa de Gaza é muito radicalizado. O Hamas venceu democraticamente em 2008, mas desde então não houve novas eleições, tornando difícil saber quantos realmente apoiam o projeto.
É típico do que acontece nas favelas cariocas, onde o tráfico domina a população e exerce papel de política social, com intensa lavagem cerebral desde cedo. O livro Filho do Hamas, escrito pelo filho de um dos fundadores, revela isso. Mesmo com uma eleição democrática, um grupo similar ao Hamas poderia vencer, pois a região não quer refugiados palestinos.
Toda morte ali é responsabilidade exclusiva do Hamas. Enquanto estiver no poder, não há acordo possível, concordando-se com Bibi Netanyahu. Muitos celebram atentados terroristas que matam civis israelenses, e dialogar com quem prefere matar a reconhecer a razão é praticamente impossível. A situação é delicada, pois não se lida com um inimigo racional, mas com um grupo radicalizado e perigoso.