O ministro Gilmar Mendes se retratou após declarar, em entrevista, que representar Romeu Zema como “homossexual” poderia ser considerado ofensivo. A fala ocorreu durante comentário sobre limites de sátiras políticas. Horas depois, o próprio ministro reconheceu o erro em publicação nas redes sociais.
“Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa”, afirmou, ao pedir desculpas. A declaração inicial gerou forte repercussão e críticas, ampliando o desgaste em torno do episódio.
O caso ocorre no contexto de questionamentos envolvendo a inclusão de Zema em investigações relacionadas a conteúdos satíricos. A sequência de falas, retratação e repercussão pública reforça o debate sobre limites de atuação, coerência institucional e critérios adotados em decisões e posicionamentos de autoridades.