Documentos apresentados ao STF afirmam que sintomas estão relacionados aos medicamentos e destacam evolução na pressão arterial e nas crises de soluço

Relatórios médicos apontam fadiga e instabilidade de Bolsonaro, mas indicam melhora clínica

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Relatórios médicos apontam fadiga e instabilidade de Bolsonaro, mas indicam melhora clínica
EBC

Novos relatórios médicos apresentados pela defesa de Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) informam que o ex-presidente apresentou episódios de fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio corporal durante a última semana.

Segundo o médico Brasil Caiado, os sintomas estariam associados aos efeitos colaterais dos medicamentos utilizados por Bolsonaro. Apesar das ocorrências, o profissional afirma que o quadro clínico permanece estável, sem alterações relevantes em relação à semana anterior.

Os documentos também registram sinais de melhora progressiva, especialmente na pressão arterial e nas crises de soluço, após ajustes na medicação.

De acordo com os relatórios, Bolsonaro mantém uma rotina de dieta controlada, fisioterapia e exercícios físicos como parte do tratamento.

Um dos laudos anexados ao pedido de prorrogação da prisão domiciliar classifica o ex-presidente como paciente de "multimorbidade complexa". O documento cita histórico de pneumonias aspirativas, sequelas de cirurgias abdominais, distúrbios de equilíbrio, risco de quedas e recuperação de uma cirurgia recente no ombro.

As informações constam em documentos médicos oficiais protocolados pela defesa junto ao STF.