O pedido do ministro Gilmar Mendes para incluir o pré-candidato Romeu Zema no chamado Inquérito das Fake News provocou reação dentro do próprio Supremo Tribunal Federal. Segundo a Revista Oeste, ao menos três ministros, sob reserva, criticaram a iniciativa.
Nos bastidores, o movimento foi descrito como “tentativa de influir na política”, “um absurdo” e “preocupante”. A insatisfação interna chama atenção por partir de integrantes da própria Corte, indicando fissuras quanto ao uso de instrumentos sensíveis em meio ao ambiente político.
O episódio amplia o desgaste institucional ao colocar em debate os limites de atuação do tribunal. Quando divergências desse nível emergem entre os próprios ministros, o impacto ultrapassa o caso específico e reforça questionamentos sobre a condução e os efeitos de decisões com repercussão política direta.