Investigação enviada ao STF aponta registro regular da arma e indicia militar por porte ilegal durante o transporte

PCDF conclui que Bolsonaro não cometeu crime no caso da pistola

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PCDF conclui que Bolsonaro não cometeu crime no caso da pistola
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro não cometeu crime no caso envolvendo uma pistola registrada em seu nome. O relatório final da 17ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Norte, foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (1º) e afirma que a arma possuía registro válido junto ao Exército, sem qualquer restrição que impedisse sua permanência na residência do ex-presidente.

Em contrapartida, os investigadores indiciaram o sargento Estácio Leite da Silva Filho, integrante da equipe de segurança do GSI, por porte ilegal de arma de fogo. Segundo a apuração, o militar transportava uma arma registrada em nome de terceiro, em desacordo com as regras previstas no Estatuto do Desarmamento.

A conclusão da Polícia Civil não representa uma decisão judicial definitiva. Caberá agora ao Ministério Público avaliar se oferece denúncia contra o militar.

Paralelamente, permanece pendente no STF a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre a manutenção ou não da prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro.

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