A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nova notificação à plataforma X solicitando que conteúdos publicados por profissionais da imprensa não sejam removidos, no contexto de discussões sobre o chamado “PL da Misoginia”. A medida representa um recuo parcial após repercussão pública do caso.
Na prática, a decisão beneficiou perfis identificados como jornalistas, enquanto outros usuários citados na solicitação original permanecem sob pedido de remoção ou rotulagem de conteúdo. A jornalista Madeleine Lacsko comentou o episódio e cobrou revisão mais ampla das medidas aplicadas.
O caso teve origem em demanda ligada à deputada Erika Hilton e segue gerando debate sobre critérios adotados pelo governo na moderação de conteúdos online. A manutenção parcial das restrições levanta questionamentos sobre isonomia no tratamento entre diferentes perfis e amplia a discussão sobre liberdade de expressão no ambiente digital.